segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Coincidências e passagem do tempo

Tirei da prateleira o terceiro disco do Interpol, Our Love to Admire, pra ouvir agora à noite. Ao mesmo tempo em que cantava junto com Paul Banks, fui responder uma inbox de uma das minhas melhores amigas, que conheci justamente por causa da banda. Volta pra 2008. O Interpol vinha ao Brasil pela primeira vez e conheci a Carol numa reunião de fãs da banda. A Carol também é jornalista e adora shows, apenas alguns aspectos que temos em comum.

Voltando pra hoje, enquanto ouvia Interpol e respondia a mensagem dela, lembrei que estava em busca de um novo emprego na área jurídica na época (2008), depois de ter ficado quase um ano em um escritório pequeno de advocacia e queria ganhar mais experiência na área, pois tinha quase dois anos de formada e sonhava trabalhar em grandes escritórios. 

E a nossa conversa começou justamente pelas mudanças que fazemos na vida e pela realização que temos - especificamente pela mudança que eu fiz ao sair da área jurídica, começar a estudar Jornalismo - sonho de criança - e estar trabalhando agora em uma agência de intercâmbio, onde escrevo, participo do desenvolvimento das mídias sociais da agência, represento a empresa em workshops no Brasil e no exterior, algo que é novo pra mim, depois de anos de atuação em uma área bem distinta, formal, conservadora, apesar de interessante e rica em conteúdo também. 
Em resumo, me sinto muito feliz com o momento profissional que estou vivendo.

Queria chegar justamente em outro ponto que tenho em comum com a Carol. Sempre estamos falando sobre as próximas viagens que queremos fazer, sobre outras que temos de colocar na lista, sobre cursos que queremos fazer e que não têm nada a ver com o Jornalismo - não pra mudar de área, pelo menos não agora - mas por estarmos sempre em busca de algo a mais, porém, que nos traga realização na vida. 

Por enquanto, tenho uma lista não tão grande que inclui: aprender mais um idioma, curso de fotografia, conhecer muitos países, morar na cidade do coração ou até em outros lugares que visitei e amei, mais outros desejos/sonhos/quero realizar e vou colocando todos na lista, assim como a mudança mais difícil que fiz até hoje - mudar de carreira profissional e seguindo dia a dia com o desejo de tirar os sonhos do papel. 

Para embalar o texto, nada mais propício que uma música do Our Love to Admire do Interpol, cause "today my heart swings"

Sedentarismo e preguiça juntos x exercícios

Postei há um tempo aqui no blog que tinha começado a fazer caminhadas, três vezes por semana, num parque perto de casa. Segui essa rotina por oito meses, antes de conseguir um emprego fixo, pois estava trabalhando em sistema home office na época e encaixava as caminhadas em algum intervalo do dia.

Desde então não fiz mais exercício regularmente e continuei me alimentando do mesmo jeito, saudável até, com pouca fritura, arroz e pão integral (porque gosto), verduras, levo marmita pro trabalho, mas exagero um pouco no consumo de doces.

Com o passar do tempo sem fazer qualquer exercício, comecei a sentir cansaço em caminhadas normais do dia a dia, como subir uma escada ou andar dez minutos a pé. Resolvi marcar uma consulta. O médico pediu um hemograma completo, um eletrocardiograma e um exame ergométrico. Hemograma com glicose levemente acima do recomendado - mas nada preocupante e nem remédio foi receitado para diabetes - e todo restante dentro do normal, eletrocardiograma também normal, mas o ergométrico foi um desastre. Sem condicionamento físico com 33 anos, não consegui correr na esteira, senti tontura e tive que deitar na sala onde fazia o exame na hora em que o médico estava finalizando o procedimento. Não foi constatada doença, mas o meu sedentarismo é claro e o médico recomendou fazer exercícios e diminuir a ingestão de massas e doces.

Nessa hora lembro de amigas, colegas de trabalho e de textos e mais textos de blogueiras fitness com dicas de emagrecimento, receitas de chás, shakes etc. para perder calorias, gordura, ficar sarada, com "corpo pro verão" e o que mais quiser pôr na lista, enquanto eu quero apenas pegar gosto por algum exercício pra me sentir bem fisicamente e evitar doenças, como muitas pessoas também querem apenas isso.

Penso como deve ser desesperador fazer algo pra estar bem no grupinho de amigos, do trabalho, comprar a passagem pro Reveillon numa bela praia ao mesmo tempo em que é feita a matrícula numa academia e ainda se privando de comer um doce, uma massa suculenta deliciosa, o lanche gorduroso e saboroso.

Acredito que qualquer pessoa pode fazer exercício e ao mesmo tempo ter prazer ao comer algo que não é considerado saudável, desde que tenha equilíbrio nas duas coisas: exercício e alimentação. E quero deixar claro que acho super bacana quem faz exercícios e busca comer o saudável, mas sem exageros e sem abdicar do prazer que doces em geral e algumas comidas salgadas podem nos proporcionar.

Nesse ponto, fico entre a cruz e a espada. Nunca fiz dieta, apenas tento comer bem e incluir no meu cardápio verduras, legumes, pouca fritura, porém, comendo um pouco mais que deveria de doces e ser extremamente preguiçosa e não ter disposição para fazer exercício algum.

Sei apenas que preciso driblar essa preguiça pra acrescentar a prática de exercícios no meu dia a dia, algo que não é natural gostarmos, mas que deve ser feito regularmente pra entrar numa rotina e começar a se sentir bem - pra tentar evitar problemas no futuro.

domingo, 7 de agosto de 2016

Abertura Olimpíadas Rio-2016

Amei a abertura das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Espetáculo lindo, representando bem e um pouquinho o que é ser brasileiro. Abaixo, o que mais me orgulhou na festa de abertura.

Paulinho da Viola cantando o hino nacional. Que coisa mais linda, sublime, elegante. Confesso que já estava irritada com a execução do hino ao lembrar daquela gritaria ridícula e patética da seleção CBF 7 a 1 na Copa de 2014 e tudo que ela representa e se confunde, na minha modéstia opinião, com o que vemos nas ruas ultimamente. Voltando ao Paulinho da Viola, desejo que ele seja chamado em outros eventos para nos brindar com tanta beleza.

O voo do 14 Bis de Santos Dumont. American people, stop. A invenção é nossa e ponto final. Lindo de ver o avião decolando no Maracanã e depois sobrevoar o Rio numa ilusão de ótica incrível. Mais uma prova de que podemos ser gigantes.

Daniel Jobim cantando Garota de Ipanema pra Giselle desfilar.

Construção de Chico Buarque erguendo os prédios das cidades.

As delegações africanas, a delegação dos refugiados, a Yane Marques abrindo como porta-bandeira do Brasil e Lea-T abrindo a passagem da delegação brasileira.

Os anéis olímpicos da mesma cor e em forma de floresta.

O menininho Thawan Lucas da Trindade sambando ao som de Wilson das Neves que tirava o som de uma caixa de fósforos.

Caetano e Gil mais Anitta. Ficou bonito sim, puristas!

A bateria das escolas de samba.

Guga levando a tocha até Hortência, que passou para Vanderlei Cordeiro de Lima acendê-la. Emocionante e que bom Pelé não ter aceito o convite. Vanderlei merecia estar no topo. E a pira acesa e envolta a uma esfera de bolas girando, criando um efeito deslumbrante.

Cores, texturas, história e cultura em um espetáculo belo, com um pouco da nossa cara, sem pretensão de superar outras aberturas, mas entregar algo que surpreendesse positivamente.

A parte ruim da abertura foi o presidente interino. Sem nome. Por mais de duas horas pensei que não tivesse um presidente representando o país. De fato não tinha. Por esse motivo e a forma como se chegou a isso tudo, não consigo sentir orgulho, mas fiquei feliz com o resultado da cerimônia, apesar deste senhor estar ali e tudo que o envolve e se relaciona com o nosso momento político e social.

Voltando ao evento olímpico e partindo para a competição em si, irei torcer pro Brasil e gosto muito de assistir às competições olímpicas, como gosto de Copa do Mundo e acompanhar jogos de atletas incríveis como as estrelas da NBA, os nadadores da Austrália, os ginastas de vários países. Confesso que não vou torcer para seleção masculina de futebol da CBF, por não me identificar absolutamente em nada com ela, com o seu passado remoto e por não acreditar mesmo que algo minimamente respeitoso e autêntico possa surgir depois do 7 a 1.

Aliás, não vejo nenhuma identificação de futebol masculino com as Olimpíadas. Não sei se pelo fato de o esporte ter um evento tão grandioso como a Copa do Mundo, pelo ganho absurdo de muitos jogadores brasileiros e estrangeiros que, muitas vezes, acabam por demonstrar certa indiferença ao representar o próprio país em outros eventos, tanto que não me importaria se fosse tirado das Olimpíadas - apenas o masculino - permanecendo o feminino que tem total conexão com as Olimpíadas e precisa de mais exposição e investimento, porque futebol também é coisa de mulher, caso algum lunático ainda pense o contrário.

E que o evento durante os restantes 16 dias seja glorioso dentro das competições e da melhor forma possível fora dela.

Em tempo: muito feliz pelo surf e skate como esportes olímpicos a partir de 2020.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Chicago, my kind of town

Faz um mês que deixei Chicago em viagem de férias e ainda sinto uma saudade imensa. Windy City ou Chi Town, como é chamada, sempre esteve em minha lista de lugares pra conhecer nos EUA. Queria muito viajar pro exterior nas minhas férias, mas não estava tão certa se iria mesmo, já que não tinha programado com antecedência, nem sequer tinha comprado a passagem, o que fiz apenas três semanas antes de viajar quando achei uma promoção imperdível pra lá. Com a passagem comprada, comecei a pesquisar acomodação e optei por encontrar algo bom, confortável e barato no Airbnb. Até então só tinha me hospedado em hotel, nem hostel tinha experimentado. Alguns amigos e pessoas conhecidas já tinham se hospedado através de anúncios feitos no site e gostaram da experiência. A minha foi ótima e pretendo usar mais vezes. Agora, vou contar um pouquinho sobre os meus dez maravilhosos dias em Chicago.






Dias intensos, com muitas caminhadas, descobertas e encantamento. Chicago é verde, é urbana, florida, tem praia, um lago imenso que parece mar, um rio repleto de pontes e cercado por arranha-céus absurdamente altos, bonitos, modernos e de diferentes formas.




Os famosos edifícios da cidade são parte da sua história de sucesso arquitetônico e a deixam ainda mais bela e interessante, mas sem arrogância e com ar sufocante que algumas grandes metrópoles podem causar. E os arranha-céus não estão apenas à margem do Chicago River.





Estão em toda parte que apresenta um contraste de natureza e construção do homem de uma forma aprazível diante das diferentes formas retangulares, com ponta em losango ou dourada, com estrutura de vidro ou em tom verde escuro, que é o tom da água do Chicago River. Eles são muitos em Downtown, na Magnificent Mile, continuação da Michigan Avenue, em frente ao Millenniun Park, podem ainda serem observados do Navy Pier em pleno Lago Michigan, bem de frente ou à distância em passeio na Brown Line do CTA - o metrô da cidade - em direção a Kimball, um bairro predominantemente mexicano. Um passeio a bordo do metrô de superfície é uma das formas de descobrir as várias caras de Chicago e se perder no Loop que o transporte faz em pleno centro, com as curvas entre os arranha-céus.




O mesmo metrô que me leva pra Oak Park, cidade vizinha a Chicago, literária e de veia arquitetônica pelas obras de Frank Loyd Wright. Imperdível pra amantes das duas artes que podem passar uma manhã inteira nessa cidade bucólica, linda e tão perto da capital de Illinois, onde está o museu de Ernest Hemingway e a casa onde o autor nasceu.





E avistar o rio de cima de suas tantas pontes, ou pela janela do ônibus ou do metrô ou dentro de um barco, só perde para a caminhada bem colada a ele, assim como dá pra fazer no Tâmisa. O rio se integra com Windy City, faz parte dela, com seus visitantes e moradores podendo desfrutá-la bem perto da natureza, caminhando, correndo ou num bar em fim de tarde como que ancorado no rio, o que já é um passeio e pode render uma bela happy hour se o dia colaborar, o vento não aparecer e o pôr-do-sol estiver chegando com as cores amarelas e laranjas refletindo nas águas.




É fácil andar por suas ruas planas e arborizadas, mais agitadas no centro e calmas nos bairros mais residencias, onde encontramos crianças habilidosas com uma bola de basquete nas mãos e até campos de futebol.




Em Downtown para se deparar com mais prédios que te fazem olhar pra cima como pessoas que amam avião costumam fazer. Se enveredar por ruas que não estavam nos planos, mas que traz surpresas agradáveis como um pub inglês chamado Elephant and Castle (o nome é de um bairro de Londres e penso que ela tá me dizendo, ainda sou sua preferida?), onde tomei a deliciosa irlandesa Guiness e ouvi belos rock americanos numa noite de domingo.


Caminhar nos lindos Millennium Park e Grant Park. No segundo, basta atravessar uma avenida e ficar de cara com o Lago Michigan e é impossível não ficar muitos minutos ouvindo o barulho d'água enquanto pessoas correm, andam de bike ou sentam como eu para apreciar ou talvez darem uma pausa nas andanças que a cidade convida pra fazer.




Andanças planejadas para comer a famosa deep dish pizza e na volta encontrar um Eataly e resolver entrar, pois ainda não visitei o de São Paulo. Ou caminhar numa espécie de calçadão do Navy Pier, sentindo o famoso vento que faz parte da vida da cidade e acompanhar os barcos que seguem no imenso lago sem fim. Caminhar até o Art Institute of Chicago e se emocionar com a numerosidade dos quadros impressionistas expostos e ainda se encantar com a arte americana.




Sair de lá e ficar mais um tempo no Millennium Park e observar o Cloud Gate ou The Bean refletindo os arranha-céus e as pessoas que lotam o local pra tirar selfies ou fotos pro álbum de formatura.



Não faltam esculturas na cidade, como o flamingo vermelho em Downtown, o que me faz lembrar que, bem ali, Ferris Bueler curtiu a vida adoidado e viu Chicago do alto da Willis Tower, de onde também vi a beleza dos arranha-céus que não eram miniatura e seu lago que continuava imenso e infinito a 414 metros de altura. 




De volta ao chão, vou até o United Center pra ver a estátua em homenagem à Michael Jordan, o maior do basquete. Infelizmente, o Chicago Bulls não se classificou para as finais e não pude assistir a um jogo como fiz na viagem pra Miami. Basquete, beisebol e futebol americano têm times em Chicago e é impossível não notar a paixão por qualquer um deles, seja no encontro com torcedores no metrô ou nas inúmeras lojas espalhadas pela cidade, que vendem de tudo, além das camisetas oficiais. 


Depois de um dia inteiro explorando a cidade, voltava de ônibus pra casa quando estava na região próxima à Michigan Avenue pra apreciar da janela o Lago Michigan e seus barcos ancorados e, ao chegar no ponto final, caminhava mais quinze minutos a pé, ao invés de pegar outro ônibus, principalmente em dias lindos de sol, com frio delicioso de 12 a 16 graus - alguns dias até com temperaturas um pouco mais altas - porque essa cidade tem que ser sentida em todos os seus cantos e é nas vizinhanças que encontramos mais rostos diversos, principalmente, de origem africana que tem forte presença nessa cidade tão multicultural e de povo simpático. 


Outro aspecto que faz de Chicago um lugar encantador, particularmente pra quem ama música, é a numerosa quantidade de músicos de rua em cada esquina, seja com uma banda completa ou sozinhos tocando saxofone, afinal é a terra do blues e do jazz, embora a música que represente o que é Chicago esteja numa das mais belas vozes da história, que fez uma música pra outra paixão de viajantes e bem mais famosa - tanto a canção como a própria cidade, mas que não tem a beleza dos versos que traduzem Chicago.





Esta é a cidade pra onde quero voltar em breve e me perder nas suas ruas, nos seus sons e na sua atmosfera sofisticada, convidativa, meio europeia, bem americana, amigável, bonita de dia, com céu cinza ou azul da primavera e atraente e maravilhosa à noite, com suas luzes iluminando a cidade e o caminho de quem por ali passa e não quer mais ir embora.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Miami e Fort Lauderdale em uma semana

Como já falei aqui no blog, fiz uma viagem a trabalho em dezembro para Miami. Foi a minha primeira viagem como agente de intercâmbio e a primeira vez nos Estados Unidos.


Cheguei numa segunda-feira à tarde e fui direto para a American Airlines Arena assistir ao Miami Heat na NBA, como contei em outro post. Um dos pontos altos da viagem, quefiz por minha conta, mas também é aproveitado no meu dia a dia de trabalho, uma vez que uma partida da NBA está entre as atividades organizadas pelas escolas e os estudantes de todas as idades gostam de saber como são os passeios, os jogos, enfim, tudo que eles também poderão ter acesso quando estiverem na cidade!


Nessa mistura do foi/tinha que ser visto pelo trabalho e por prazer, vi muitas coisas legais e lugares interessantes para curtir em Miami, que é muito mais que praia e compras. E Fort Lauderdale, quase uma hora de distância de Miami, é muito linda.


Lincoln Road

Essa rua do bairro de Miami Beach, onde rolam as baladas e todo burburinho da cidade é uma delícia para quem gosta de caminhar livremente - pois não passam carros - e aproveitar para descansar, comer e fazer compras ao som de música latina.


Antes do workshop que era em um hotel a três quadras dali, visitei uma escola parceira da agência na própria Lincoln Road e me apaixonei de cara. A rua é repleta de coqueiros, de vários restaurantes que colocam suas mesas na rua, mas ainda sobra espaço para pedestres caminhar tranquilamente, onde têm muitas lojas e um clima agradável e convidativo de final de semana, mesmo que ainda fosse meio de semana.


Depois de sair da escola e caminhar pela rua inteira, parei para almoçar esse delicioso prato bem servido com salada, um bife maravilhoso e batatas fritas. Estava viajando a trabalho e estava sozinha (algo maravilhoso para mim, pois faço o meu tempo, o que gosto, converso com desconhecidos) e fiquei sentada um bom tempo depois do almoço observando tudo em minha volta, sem pressa alguma, apesar de estar sob um sol de quase 30 graus em pleno dezembro!


American Airlines Arena

A American Airlines Arena é um ginásio com capacidade para 20 mil pessoas. Além dos jogos do Miami Heat, shows de artistas de vários gêneros musicais e outros eventos são realizados lá. Pra quem curte música e basquete como eu, vale a pena conferir o calendário das atrações. Há muitos banheiros e lanchonetes para vários gostos e loja oficial do Miami Heat, que vende de chaveiros a agasalhos, bolas de basquete e vários itens relacionados ao time. O ginásio fica em Downtown, muito bem localizado e fácil de encontrar.



Art Basel

Feira de artes que acontece em vários cantos do mundo e no começo de dezembro em Miami. Cheguei depois do final de semana da feira, mas ainda consegui ver algumas obras que ficaram expostas no Collins Park em Miami Beach. Quem gosta de arte vai amar a primeira semana de dezembro na cidade que tem diversas exposições além da famosa Art Basel.





Royal Palm South Beach e restaurante Baolí

Este hotel foi o local onde o aconteceu o workshop que participei. Passei duas noites nesse hotel maravilhoso, com serviço ótimo desde o meu check-in até a saída. Quarto lindo e com um perfume delicioso que era sentido também no hall do hotel. Serviço de quarto e atendimento na recepção excelentes. Como é uma cidade litorânea, gostei da decoração do quarto e da área externa do hotel conversarem com a cidade, que tem um clima mais descontraído e leve e não de cidade de business e cosmopolita. A saída do hotel para praia é feita pela entrada principal na Avenida Collins Avenue à esquerda. Quero ir nesse workshop de novo, hahaha.



Fort Lauderdale

A "Veneza Americana" fica a 50 minutos de carro do centro de Miami e é uma cidade linda, limpa, com muitas coisas para fazer, mesmo sendo menor que a vizinha mais famosa da Flórida. Passei um dia inteiro lá a convite de uma escola que tem parceria com a agência de intercâmbio em que trabalho. Visitei a escola, o campus de uma universidade que recebe os alunos de Summer Camp em julho e pude andar um pouco pela cidade. Fique encantada e o dia foi maravilhoso, mesmo estando nublado, o que é raro na cidade como me disseram, mas que para mim não é problema e curto o que o lugar oferece faça chuva ou sol, hahhaa. O centro Las Olas tem restaurantes, bares, lojas e um clima convidativo para relaxar e curtir. A praia é muito bonita e os canais que cortam a cidade - marca registrada de Fort Lauderdale e motivo por ser conhecida como Veneza Americana - a tornam um paraíso impossível de não se apaixonar. Tem um clima de cidade litorânea que é pequena e bela, com muitas opções de lazer e cultura como o Museum of Discovery and Science e NSU Art Museum, que infelizmente não pude visitar pelo tempo escasso e por ter que cumprir os compromissos de trabalho na cidade. Fort Lauderdale tem um jeito único, com mais habitantes locais, o que não ocorre em cidades muito grandes em qualquer lugar do mundo e é um lugar que pretendo voltar futuramente para curtir férias.



Caminhada

Adoro sair andando por aí. Se a cidade é plana e me sinto segura, anda por quilômetros e em Miami não foi diferente. Miami Beach é uma parte super legal da cidade, como mencionei acima, com restaurantes, lojas, mercados, lojas de departamento e o próprio calçadão e a areia da praia, claro.




Além de voltar a Fort Lauderdale, quero voltar a Miami também pra aproveitar ainda mais a cidade, visitar o Art Deco District, Wynwood Walls e Little Havana, pois seis dias foram poucos para conhecer um pouco mais do que Miami tem de bom, pra todos os gostos e com uma certeza, é perfeita para quem ama calor e adora céu azul em pleno inverno.